As maiores decepções de 2009
Quando o assunto é criar lista, sempre existe controvérsias. Quando as listas falam mal de algo, ai sim as opiniões divergentes surgem. Estou falando isso porque hoje o site Kotaku publicou uma lista com as maiores decepções de 2009.
Confiram abaixo e, claro, comentem o que vocês acharam:
Este poderia ter sido um video game revolucionário. O surgimento de uma nova era digital e o renascimento do nome da Sony para os consoles portáteis. No entanto, ele ficou bem longe disto.
Primeiro porque aparentemente a sony tentou re-aproveitar o deseign de um produto já existem, o Mylo. Segundo porque algumas lojas se recusaram a vende-lo. Terceiro porque o prometido programa para converter os UMDs nunca foi lançado e por fim, seu ridículo preço de US$ 249.00.
Ou seja, a Sony praticamente não deu motivos para os donos do antigo PSP comprarem a nova versão. E claro, as vendas do aparelho refletiram essa sensação de insatisfação. Talvez eles acertem no PSP 2.
Call of Duty: Modern Warfare 2
O multiplayer de Modern Warfare 2, quando não descobrem um cheat novo, é maravilhoso. Quase não há decepção com esta parte do jogo. Mas com a campanha de um jogador…
O jogo original foi uma entrada colossal nesta área. Ele continha partes emocionantes no jogo, um enredo envolvente e personagens memoráveis. Tudo que sua sequencia precisava fazer era ser “mais do mesmo” e agradar milhões de fãs.
Mas não! A Infinity Ward tentou ser esperta. Tentou transformar o conto mais ou menos realista de Modern Warfare num filme de Michael Bay. O amável capitão da SAS se tornou um chato monólogo. O truque do “seu jogador esta morto” foi utilizado até ao ponto de se tornar risível. O nível “No Russian” foi um exercício de mal projetadas táticas de choque, e a storyline do jogo teria confundido até Hideo Kojima.
O jogo não é terrível. Ele tem seus momentos. Mas no final ele acaba como uma das grandes decepções do ano.
Poucas pessoas realmente compreenderam qual significante foi o insucesso deste jogo para a Activision. E quão desapontante ele foi para todo mundo.
Este deveria ser, para os fãs de Hip-Hop e Dance, o que Guitar Hero foi para os outros jogadores. A Activision acertou que este é um grande mercado e vale apenas investir nele. Ela só errou em TODO o resto.
DJ Hero deveria ser “cool” para vender e não foi. Ele precisava ser Hip-Hop, e não foi. Precisava ser Dance, e não foi. O que ele foi, devido a decisar de focar apenas em ”mashups”, é confuso, uma mistura de ritmos musicais, que no final das contas não teve apelo pra nenhuma base de fãs.
Resident Evil 4 é um dos melhores jogos de todos os tempos. Então este aqui deveria ser, pelo menos, parecido.
Deveria, mas não é.
Apesar RE4 ter mantido os mesmos antiquados movimentos e esquemas de controle da série, seus níveis e seus estímulos foram perfeitamente planejados para encobrir estes problemas. Já Resident Evil 5, no entanto, com suas excessivas sequencias de tiroteio e seus momentos de ação, expõe o quanto defasados eles são.
É um jogo de 2 idéias. Ele quer ser tanto um jogo do século 21, com corridas, tiros e co-operação por suas excitantes sequencias de ação, mas estava tão paralisado por sua “tradição” (é lento, controles trabalhosos) que foi incapaz de terminar o trabalho de RE 4: deixar a “mesmisse” da série Resident Evil para trás.
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Publicado por Murillo Ferrari
















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