Europeus não gostaram de The 40th Day, diz EA
A Eletronic Arts levou seu novo Army of Two: The 40th Day até a Europa para saber o que os cidadãos do velho mundo acharam do game, e se surpreendeu.
O executivo da EA, Mark Reid, disse em entrevista ao site GameIndustry o que ele sentiu em termos de recepção dos europeus para/com o jogo:
Tínhamos todo este mercado nos EUA que achou o tom bacana, mas na Europa todos o acharam ridículo, de mau gosto e com um monte de caras de fraternidade correndo por aí (…) Uma das coisas que aprendemos é que nunca poderemos agradar a ambos. Então a forma como você interage com os parceiros e decisões que toma – se você fará vários cumprimentos batendo os punhos – estes influenciam o tom e diálogo do personagem. Se você encara o jogo de uma maneira mais séria, então o jogo reage seriamente.
A birra dos europeus foi com o “tom” de Salem e Rios, o que levou Reid a fazer um paralelo interessante entre a relação entre espectador e personagem no cinema e a diferença dessa relação nos games. Segundo o executivo, no cinema o espectador assiste ao filme externamente e quando não gosta do personagem, o filme sai perdendo mas só enquanto não termina. Já nos games, quando o jogador não gosta do personagem, ele não vai conseguir vivê-lo para jogar, para mergulhar na história, levando-o a encarar o jogo friamente e a não buscar entender o jogo intensamente para captar a mensagem a ser passada. No jogo o “espectador” precisa viver o personagem e para isso deve haver identificação. Por isso Reid diz que precisa fazer os europeus gostarem de Army of Two: The 40th Day.
Em Army of Two: The 40th Day os protagonistas vão até Xangai, na China e o sistema coop, diferencial do game em sua primeira versão, continua em alta. Agora a continuação investe no sistema de customização de armas e novas táticas de combate para dar frescor ao game.
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Publicado por Guilherme Guisbi











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