Franquia Need for Speed aposta em realismo
Esqueça os rachas em vias públicas; as tramas fantasiosas que lembram Vin Diesel; as perseguições policiais no centro da cidade ao meio-dia; e as atrizes gostosinhas de unhas pintadas que pilotam muscle cars a mais de 200km/h. O novo game da franquia Need for Speed, de subtÃtulo “Shift”, se agarra no realismo e pega emprestado algumas premissas dos seus rivais Gran Turismo e Forza Motorsport.
A novidade prometida para Need for Speed Shift é focada na fÃsica e ambientação extremamente realistas. Circuitos fechados, com corridas mais pensadas e colisões que não devem sair impunes. Assim, a Eletronic Arts abandona o estilo arcade e finca os dois pés – ou as quatro rodas – na simulação e tenta empregar um realismo que, visto de longe, parece beirar o absurdo de tantos detalhes. Como por exemplo a cabeça do piloto tremulando com a força G imposta pela corrida; ou regulagem de suspensões de forma esmiuçada; e a verdadeira dificuldade de se manter um veÃculo de alta performance na pista durante uma curva fechada.
Prometido ainda pare este ano, Need for Speed Shift parece que vem com a missão de desbancar, ou pelo menos incomodar, as outras franquias que dominam o mercado. Mais que isso, o novo jogo é um atestado de que Undercover desagradou não só os fãs de jogos de corrida, mas a própria Eletronic Arts. E mais ainda: a EA resolveu brigar pelo cativo público de simuladores de quatro rodas que tanto veneram Gran Turismo e outros do gênero.
Circuitos fechados, com a fantasia estirpada e infinitos detalhes na customização das máquinas. Quem ler só esta última frase do texto, pode até pensar que se trata de Need for Speed Pro Street. Será que quem nasceu para fazer arcade, consegue se dar bem em simuladores? Quais foram os erros de Pro Street que a EA acredita estar preparada para não repetir? É aguardar pra ver.
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Publicado por Guilherme Guisbi











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